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sábado, 13 de julho de 2013

Redemption



You know it's gonna hurt 
Sometimes
You know it's gonna bleed 
Sometimes
But nevermind
I'm looking for some peace of mind

A place in the sky
Where i cannot lie
Where the things are gonna be alright
Where you just gonna be alright

And now for the very first time
I see the things in a different light
I see the stars getting so much bright
Shining up for you and me tonight

You know it's gonna hurt 
Sometimes
You know it's gonna bleed 
Sometimes
But nevermind, just stay alright

Stay alright
Darling please, nevermind
I want to make you feel alright
Just stay with me all night
Stay alright


Gravado no Rebel's Lair no inverno de 2013
Rebel C. - Violão, voz e teclado.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Love Interruption


Primeira música de trabalho da carreira solo do Jack White (my hero!) e logo que ela saiu o comentário geral foi de que era "leve" demais. De cara saquei o porque da sutileza na melodia, era para dar enfase a letra. E a reflexão que ela gera.

Bom agora devidamente contextualizada vamos as minhas impressões:

Assim como minha opinião sobra todas as coisas,
acho simplista demais reduzir seja o que for à velha dualidade classica de bem & mal. O amor é um bom exemplo disso. Justamente por ser um sentimento tem muitas variações e conforme a intensidade desse sentimento essas variações podem ser terrivelmente boas e ruins. É isso que ele me passa tanto na letra quanto na interpretação. Ele quer amor. Intenso. Mas tem medo porque sabe onde e como isso pode acabar.

Não que o (sentimento) amor em si seja ruim, nós é que nos tornamos ruins por ele. É a isso que me refiro quando falo sobre a interpretação. Na parte mais foda da letra (na minha opinião) logo depois de repetir querer um amor que transforme os amigos em inimigos, ele dá um olhar extremamente sincero e diz: "E me mostre como tudo isso é culpa minha".

Não é o amor que faz todas essas coisas más, são as pessoas. Sempre as pessoas.


Love Interruption - Jack White

"I want love to
Roll me over slowly
Stick a knife inside me,
And twist it all around.

I want love to
Grab my fingers gently
Slam them in a doorway
Put my face into the ground

I want love to
Murder my own mother
And take her off to somewhere
Like hell or up above.

I want love to
Change my friends to enemies,
Change my friends to enemies
And show me how it's all my fault.

I won't let love disrupt, corrupt or interrupt me
I won't let love disrupt, corrupt or interrupt me
Yeah i won't let love disrupt, corrupt, or interrupt me
Anymore.

I want love to
Walk right up and bite me
Grab ahold of me and fight me
Leave me dying on the ground.

And i want love to
Split my mouth wide open and
Cover up my ears,
And never let me hear a sound.

I want love to,
Forget that you offended me
Or how you have defended me,
When everybody tore me down.

Yeah i want love to
Change my friends to enemies,
Change my friends to enemies
And show me how it's all my fault.

Yeah i won't let love disrupt, corrupt or interrupt me
I won't let love disrupt, corrupt or interrupt me
I won't let love disrupt, corrupt, or interrupt me
Anymore."




terça-feira, 8 de junho de 2010

On The Rocks 3 - 05/06/10




Sábado, 5/6/10, rolou a terceira e mais tensa edição da On The Rocks. Festa criada/produzida por dois amigos: Taiguara e Thiago (esse além de amigo é o melhor guitarrista canhoto da minha banda).


Já rolaram outras duas edições dessa festa. A primeira teve a TeleCines (banda de POA) e a Frida (banda essa que é certeza de público em Cachoeirinha). A segunda edição teve a Loomer (de POA) e a Superguidis (banda que está lançando o terceiro e ótimo disco). O grande lance dessas duas edições é que foram realizadas no já conhecido endereço do Jack Rabbit em Cachoeirinha. Ou seja, teve além de quem gostasse das bandas, a presença do pessoal habituado a ir lá nos finais de semana.


Essa terceira edição foi a mais tensa por uma série de motivos:

  • Novo endereço do bar: Sei de muita gente que anda reclamando que ficou muito longe, que não é mais a mesma coisa, etc...

  • Pata De Elefante: Quem entende alguma coisa de música sabe do que a banda é capaz mas sempre tem aqueles ignorantes que se prendem ao fato de ser uma banda instrumental e acham o show dos caras chato.

  • Os Vespas: Muita apreensão sobre como seria a “volta” do Grei

  • Pouco tempo desde a última edição: Esse na minha opinião era o maior motivo de preocupação dos guris. Pouco tempo entre uma festa e outra é igual a pouco tempo pra divulgação.


Bem, vamos aos fatos:


Sábado à noite. Frio pra caramba (quem é magro como eu sabe o quanto sofremos no inverno), tento chegar cedo no “novo” Jack Rabbit. Até chego no horário mas alguns motivos de força maior me fazem ficar um pouco mais na rua antes de entrar. Entro e pra minha surpresa o lugar já está abarrotado de gente. Logo encontro os donos da festa com um sorriso de orelha à orelha. Um deles chega a me dizer: “Acho que dessa vez até ganharei algum dinheiro”.


Começam o shows, primeiro: Os Vespas.

Todo mundo ansioso pra saber como iria ser o show. Pra quem ainda não sabe o Grei, guitar-hero da banda perdeu o indicador da mão esquerda e quem toca guitarra sabe o quando esse dedo é importante. Pois bem logo que sobem no palco e começa aquela função de afinar e ajustar o som, do nada ele destrói a guitarra que provavelmente estava com algum defeito. Nesse momento acabam todas as dúvidas e reina a certeza de que sim, o Grei está de volta!

Show energético e explosivo como costumam ser os shows d'Os Vespas, com direito a escalada no balcão do bar no meio de um solo. Não podiam ter escolhido banda melhor pra abrir a noite.


Então chega o show da Pata De Elefante. Showzaço de ROCK N' ROLL instumental, até meio que me recuso que considerá-los como “instrumental”. Definição essa que remete a uma coisa maçante de virtuosismo desnecessário. Coisa que a Pata De Elefante não chega nem perto de ser. É na verdade um power-trio muito bom de se ouvir e principalmente de assistir. Melodias altamente cantáveis (eu inclusive “cantei” todas as músicas do show), uma puta performance de palco e principalmente a expressão de quem realmente se diverte com o que faz.

Nem sei quantas músicas tocaram mas foram várias, apesar de que pra mim poderiam ter tocado muitas mais. Show dando ênfase ao discaço novo deles, “Na Cidade”( que pode ser baixado aqui assim como os anteriores) mas sem deixar de tocar as “patadas” dos outros dois discos.


Shows acabados, bate papo com um monte de gente e quando me dou conta já passou das cinco da manhã. Ainda rola um after no apê de um amigo que mora ali por perto pra só depois tomar o rumo de casa.


Chego em casa tipo umas nove da manhã mas de alma lavada e com a certeza de que o Rock n' Roll ainda compensa!


Agora vamos as fotos (créditos ao Mozart):


Os Vespas





Pata De Elefante